Imagine-se dentro de um carro, em dias quentes, segundos antes de passar no lava-rápido, a água fria começa a cair sobre a carroceria e rouba seu calor, logo depois, quem está dentro do veículo começa a sentir o ambiente refrescar.
O ar-condicionado é semelhante. O ar quente passa pelo evaporador que está resfriado por um gás muito gelado. Apesar de não haver contato físico, há uma troca de temperaturas entre eles: o ar torna-se gelado e vai para dentro do carro.
Antes considerado caro e um item de luxo para poucas pessoas, o ar condicionado vem sendo usado em um número cada vez maior de automóveis. Diversos fatores têm influenciado este aumento ao longo do tempo. Além do preço consideravelmente mais baixo, a questão do conforto também faz com que os motoristas preferiram enfrentar o trânsito sem ter de suportar o calor tropical, típico de boa parte do país.

Aparelho que muda a temperatura e a umidade de um ambiente dentro de limites prefixados. Na realidade, o ar-condicionado não é propriamente um gerador de frio, e sim um transformador do ar ambiente para frio com a ajuda de um gás refrigerante que o alimenta. Possui um filtro para eliminar impurezas vindas do ar externo. Item de conforto praticamente indispensável em regiões tropicais, onde um carro parado ao sol pode atingir até 70 graus Cº.